portifólio virtual

Eu

Espetáculo com mediação tecnológica de Ivani Santana.
Salvador/2008

Ficha técnica:

Concepção, direção e projeto de mediação tecnológica: Ivani Santana
Assistente de direção: Verônica de Moraes
Dançarinos: André Carsant, Daniela Guimarães, Diane Portella, Hugo Leonardo, Ivani Santana, Sol Gonzalez
Manipulação de imagem em tempo real: Drica Rocha e Sol Gonzalez
Captura e edição de imagens: Gabriel Teixeira
Fotografia: Claudia Buonavitta
Música: Edbrass e Nãna Dias
Desenho de luz: Pedro Dultra
Produção artística: Cacilda Povoas
Duração: 1h

O espetáculo “EU” é a nova versão do espetáculo “Le Moi, le Cristal et l´Eau” concebido e criado por Ivani Santana e o Núcleo de Criação do Grupo de Pesquisa Poética Tecnológica na Dança para residência artística no Centre Choreographique du Pavillon Noir – Ballet Prejolcaj, na cidade de Aix-en-Provence, em setembro de 2007.

Espetáculo construído na interface dança e novas tecnologias digitais, propõe uma discussão sobre subjetividade no contexto da “cultura digital”.

Parte da programação principal do FIAC Festival Internacional de Artes Cênicas, será apresentado no belíssimo Museu de Arte Moderna da Bahia – Solar do Unhão nos dias 25, sábado às 22hs (após o Jazz no MAM) e 26, domingo, 19hs.

Ivani Santana apresenta:

Este espetáculo é uma continuidade e aprofundamento de
LE MOI, LE CRISTAL ET L`EAU, obra de dança com mediação tecnológica
realizada durante a residência artística no Centre Choregraphique National –
Pavillon Noir, França, em 2007, prêmio recebido por Ivani Santana durante o
Monaco Dance Forum 2006, no qual foi contemplada também com o
Prêmio UNESCO para Promoção das Artes.
Nesta nova ocorrência, agora intitulada EU, apresentará 4 subjetividades
pertencentes ao mundo contemporâneo:
o Nômade virtual;
o Sujeito “Sem Rosto” transformado em dígitos;
o Sujeito que “Perdeu a Cabeça” pelo estresse e pressão do cotidiano,
um ser entre a sanidade e a loucura;
e o Outro, aquele que não é o Eu e que nos dá um recorte desse mundo.
Dramaturgias que convivem no mesmo espaço e ao mesmo tempo,
enredando-se pelo olhar do fruidor.
Esse contexto da Cultura Digital refere-se ao mundo globalizado,
conectado em rede, onde a vigília e a exposição são extrapoladas e impostas.
Trata-se de um sistema turbulento e vertiginoso,
em que não há fronteiras, pois não existem mais territórios.
Saímos do crivo geográfico para a especificidade do virtual.
Por fim, ficam apenas as imagens de um EU.